Paulo Freire Osteopatia.
Desenvolvido pelo Dr. Paulo Freire

MÉTODO OID

Organização Integrada da Dor

Um método baseado em ciência, raciocínio clínico e cuidado contínuo

Não tratamos apenas a dor. Organizamos os fatores que a influenciam e construímos um plano que faz sentido para você.

Por que tratar a dor nem sempre resolve?

Muitas pessoas convivem com dor por meses ou anos mesmo após exames, medicamentos ou diferentes tentativas de tratamento.

Isso acontece porque, na maioria dos casos, a dor não depende de um único fator. Ela é influenciada pelo movimento, pelo sono, pelo estresse, pelos hábitos do dia a dia e pela forma como o corpo reage a essas condições.

Quando esses fatores não são organizados, o alívio costuma ser temporário.

O que é o Método OID?

O Método OID – Organização Integrada da Dor é uma abordagem estruturada e baseada em evidência científica para avaliar, tratar e acompanhar pessoas com dor, especialmente quando ela se torna recorrente ou crônica.

Quando esses fatores não são organizados, o alívio costuma ser temporário.

Por que a dor surgiu

O que está mantendo esse quadro

Qual o nível de cuidado necessário

Como sustentar os resultados ao longo do tempo

Cada decisão é guiada por raciocínio clínico, não por protocolos genéricos.

Os 5 pilares do Método OID

Uma abordagem completa e estruturada para o tratamento da dor

Pilar 1

Entender a dor além do diagnóstico

“Nem toda dor significa lesão — e nem toda lesão explica toda a dor.”

Algumas dores estão associadas a alterações estruturais ou lesões identificáveis. Outras não apresentam alterações claras. Em ambos os casos, a intensidade, a persistência e o impacto da dor não dependem apenas do que aparece em exames, mas de como o corpo, o movimento, os hábitos e o contexto de vida estão relacionados àquele quadro.

Por que isso é importante?

Porque pessoas com a mesma lesão ou diagnóstico podem sentir dores muito diferentes — e responder de formas distintas ao tratamento.

No Método OID, o ponto de partida é uma avaliação com raciocínio clínico, para entender a pessoa por trás da dor antes de definir qualquer conduta.

Pilar 2

Organizar os fatores que mantêm e modulam a dor

“A dor não surge do nada — ela é influenciada por fatores do dia a dia.”

Para entender por que a dor se mantém e como ela é modulada, analisamos de forma integrada:

  • Intensidade e padrão da dor
  • Qualidade do sono
  • Nível de estresse e ansiedade
  • Alimentação e hábitos nutricionais
  • Rotina, postura e demandas do dia a dia
  • Histórico de tratamentos anteriores
  • Impacto da dor na qualidade de vida

💬 Por que isso é tão importante?

Porque esses fatores influenciam diretamente o funcionamento do corpo, a recuperação dos tecidos, a sensibilidade do corpo à dor e a forma como a dor é percebida e regulada.

👉 Compreender como esses aspectos aparecem na sua vida real permite modular a dor e definir o que será tratado, como será tratado e em qual ritmo.

Pilar 3

Raciocínio clínico avançado para construir o plano certo

“Avaliar só faz sentido quando vira decisão.”

No Método OID, avaliar não é apenas identificar o problema, mas organizar informações para definir a melhor estratégia de cuidado.

Esse raciocínio acontece em três momentos claros:

  • 🗺️ Mapa — avaliação inicial
    Entendemos o ponto de partida: como a dor se desenvolveu, como o corpo responde e quais fatores influenciam o quadro.
  • 🧭 Bússola — acompanhamento semanal
    Observamos como o corpo reage ao tratamento ao longo das semanas, ajustando o plano conforme a resposta e o ritmo de cada pessoa.
  • 📊 Painel — avaliação mensal
    Analisamos a evolução de forma mais ampla, confirmando se os resultados estão acontecendo de maneira consistente e sustentável.

Na prática, combinamos avaliação física, análise de movimento, testes específicos, questionários de dor e funcionalidade, além da conversa sobre hábitos, rotina, sono e estresse.

💬 O diferencial está no raciocínio clínico
Organizamos prioridades, identificamos o nível de complexidade e evitamos tentativas aleatórias.

👉 A partir disso, construímos um plano com início, progressão e objetivos bem definidos, sempre ajustado à resposta do corpo ao longo do tempo.

Pilar 4

Integrar as estratégias de tratamento

“Cada recurso entra no momento certo.”

Após a definição do plano, o tratamento é conduzido de forma integrada, progressiva e estratégica. Isso significa que não usamos técnicas de forma isolada ou automática — cada recurso é aplicado conforme a necessidade e a resposta do corpo.

Utilizamos:

  • Técnicas manuais e recursos de eletrotermofototerapia, para reduzir a dor, diminuir tensões e preparar o corpo para o movimento
  • Exercícios terapêuticos, utilizados como uma ferramenta para recuperar movimento, força e controle, mas também para ajudar o corpo a regular a dor ao longo do tempo. A ciência mostra que o exercício bem orientado pode reduzir a sensibilidade à dor, desde que seja aplicado na intensidade e no momento adequados
  • Ativação muscular quando necessário, especialmente em casos de inibição muscular artrogênica, em que o músculo não responde de forma eficiente ao comando do corpo. Nesses casos, utilizamos estratégias específicas para “destravar” o músculo antes de avançar nos exercícios

💬 Por que isso importa?

Porque só iniciamos exercícios mais específicos quando o músculo realmente participa do movimento. Em quadros de dor crônica, estímulos mal dosados podem aumentar a dor em vez de ajudar. Quando respeitamos o momento do corpo, o exercício se torna mais eficiente, seguro e funcional.

👉 No Método OID, o exercício começa quando o corpo está pronto — não antes.

Pilar 5

Continuidade e cuidado ao longo do tempo

“Alívio é o começo. Sustentar o resultado é o objetivo.”

A dor, especialmente quando é recorrente ou crônica, exige acompanhamento e adaptação ao longo do tempo. Por isso, no Método OID, o cuidado não termina quando a dor diminui — ele evolui conforme o corpo se reorganiza e ganha mais autonomia.

A continuidade do cuidado pode acontecer de diferentes formas, sempre respeitando a fase, a rotina e as preferências de cada pessoa. Esse processo tem como foco:

  • evitar recaídas
  • manter os ganhos conquistados
  • adaptar o cuidado às demandas do dia a dia

Isso pode incluir:

  • prática regular de atividade física orientada, ajustada ao momento do corpo
  • cuidados periódicos com o corpo, como liberação miofascial e estratégias de relaxamento, para reduzir sobrecargas do dia a dia
  • orientações para que a própria pessoa saiba quando e como cuidar do corpo

O Revitalize entra como uma das opções possíveis dentro desse processo — seja para relaxamento muscular, manutenção dos resultados ou períodos de maior sobrecarga — nunca como obrigação, mas como um recurso disponível quando faz sentido para o corpo.

👉 No Método OID, continuidade significa liberdade com orientação: você não fica preso a um programa, mas também não fica sozinho após melhorar.

O papel do Revitalize

Revitalize é o programa de acompanhamento que sustenta os resultados do Método OID ao longo do tempo.

Ele é indicado para pacientes que desejam:

 

Manter o alívio da dor

Continuar evoluindo com segurança

Preservar função e qualidade de vida

Ter acompanhamento profissional contínuo

“Continuar com a gente não é fazer mais sessões.”

É cuidar do corpo de forma inteligente e preventiva.

O Método OID organiza o cuidado.
O Revitalize sustenta os resultados.