Organização Integrada da Dor
Um método baseado em ciência, raciocínio clínico e cuidado contínuo
Não tratamos apenas a dor. Organizamos os fatores que a influenciam e construímos um plano que faz sentido para você.
Muitas pessoas convivem com dor por meses ou anos mesmo após exames, medicamentos ou diferentes tentativas de tratamento.
Isso acontece porque, na maioria dos casos, a dor não depende de um único fator. Ela é influenciada pelo movimento, pelo sono, pelo estresse, pelos hábitos do dia a dia e pela forma como o corpo reage a essas condições.
Quando esses fatores não são organizados, o alívio costuma ser temporário.
O Método OID – Organização Integrada da Dor é uma abordagem estruturada e baseada em evidência científica para avaliar, tratar e acompanhar pessoas com dor, especialmente quando ela se torna recorrente ou crônica.
Quando esses fatores não são organizados, o alívio costuma ser temporário.
Por que a dor surgiu
O que está mantendo esse quadro
Qual o nível de cuidado necessário
Como sustentar os resultados ao longo do tempo
Cada decisão é guiada por raciocínio clínico, não por protocolos genéricos.
Uma abordagem completa e estruturada para o tratamento da dor
Entender a dor além do diagnóstico
“Nem toda dor significa lesão — e nem toda lesão explica toda a dor.”
Algumas dores estão associadas a alterações estruturais ou lesões identificáveis. Outras não apresentam alterações claras. Em ambos os casos, a intensidade, a persistência e o impacto da dor não dependem apenas do que aparece em exames, mas de como o corpo, o movimento, os hábitos e o contexto de vida estão relacionados àquele quadro.
Por que isso é importante?
Porque pessoas com a mesma lesão ou diagnóstico podem sentir dores muito diferentes — e responder de formas distintas ao tratamento.
No Método OID, o ponto de partida é uma avaliação com raciocínio clínico, para entender a pessoa por trás da dor antes de definir qualquer conduta.
Organizar os fatores que mantêm e modulam a dor
“A dor não surge do nada — ela é influenciada por fatores do dia a dia.”
Para entender por que a dor se mantém e como ela é modulada, analisamos de forma integrada:
💬 Por que isso é tão importante?
Porque esses fatores influenciam diretamente o funcionamento do corpo, a recuperação dos tecidos, a sensibilidade do corpo à dor e a forma como a dor é percebida e regulada.
👉 Compreender como esses aspectos aparecem na sua vida real permite modular a dor e definir o que será tratado, como será tratado e em qual ritmo.
Raciocínio clínico avançado para construir o plano certo
“Avaliar só faz sentido quando vira decisão.”
No Método OID, avaliar não é apenas identificar o problema, mas organizar informações para definir a melhor estratégia de cuidado.
Esse raciocínio acontece em três momentos claros:
Na prática, combinamos avaliação física, análise de movimento, testes específicos, questionários de dor e funcionalidade, além da conversa sobre hábitos, rotina, sono e estresse.
💬 O diferencial está no raciocínio clínico
Organizamos prioridades, identificamos o nível de complexidade e evitamos tentativas aleatórias.
👉 A partir disso, construímos um plano com início, progressão e objetivos bem definidos, sempre ajustado à resposta do corpo ao longo do tempo.
Integrar as estratégias de tratamento
“Cada recurso entra no momento certo.”
Após a definição do plano, o tratamento é conduzido de forma integrada, progressiva e estratégica. Isso significa que não usamos técnicas de forma isolada ou automática — cada recurso é aplicado conforme a necessidade e a resposta do corpo.
Utilizamos:
💬 Por que isso importa?
Porque só iniciamos exercícios mais específicos quando o músculo realmente participa do movimento. Em quadros de dor crônica, estímulos mal dosados podem aumentar a dor em vez de ajudar. Quando respeitamos o momento do corpo, o exercício se torna mais eficiente, seguro e funcional.
👉 No Método OID, o exercício começa quando o corpo está pronto — não antes.
Continuidade e cuidado ao longo do tempo
“Alívio é o começo. Sustentar o resultado é o objetivo.”
A dor, especialmente quando é recorrente ou crônica, exige acompanhamento e adaptação ao longo do tempo. Por isso, no Método OID, o cuidado não termina quando a dor diminui — ele evolui conforme o corpo se reorganiza e ganha mais autonomia.
A continuidade do cuidado pode acontecer de diferentes formas, sempre respeitando a fase, a rotina e as preferências de cada pessoa. Esse processo tem como foco:
Isso pode incluir:
O Revitalize entra como uma das opções possíveis dentro desse processo — seja para relaxamento muscular, manutenção dos resultados ou períodos de maior sobrecarga — nunca como obrigação, mas como um recurso disponível quando faz sentido para o corpo.
👉 No Método OID, continuidade significa liberdade com orientação: você não fica preso a um programa, mas também não fica sozinho após melhorar.
O Revitalize é o programa de acompanhamento que sustenta os resultados do Método OID ao longo do tempo.
Ele é indicado para pacientes que desejam:
Manter o alívio da dor
Continuar evoluindo com segurança
Preservar função e qualidade de vida
Ter acompanhamento profissional contínuo
“Continuar com a gente não é fazer mais sessões.”
É cuidar do corpo de forma inteligente e preventiva.